segunda-feira, 30 de setembro de 2013

DIA DA SECRETÁRIA 2013


terça-feira, 24 de setembro de 2013

PERFIL DOS GESTORES DE SEGURANÇA

PERFIL DO GESTOR DE SEGURANÇA - GUIA PARA CANDIDATOS E 

RECRUTADORES


No atual cenário empresarial, variáveis como complexidade, incertezas, ameaças, riscos potenciais ou iminentes nunca foram tão presentes. O momento, ditado pelo mercado, passou a exigir profissionais cada vez mais capacitados para atuar nas diversas áreas de negócios.
Destarte, quando se fala em sobrevivência do negócio, o fator segurança aparece como algo vital para a sobrevivência das empresas. Mas, o sucesso na condução dos negócios depende, essencialmente, das pessoas, dos diversos profissionais que compõem uma empresa. No que se refere à Segurança, não há mais espaços para o empirismo, afinal, trata-se de uma área estratégica para a empresa que, em função de sua complexidade, exige a atuação de profissionais cada vez mais capacitados e aptos para esta empreitada. Dentro deste contexto, muito se tem falado a respeito do profissional responsável pelo departamento de Segurança nas empresas públicas ou privadas. No intuito de responder algumas indagações, vamos discorrer sobre o perfil do Gestor de Segurança.
No Brasil, diversas instituições de ensino superior, há cerca de 10 anos, vêm oferecendo cursos de graduação e pós-graduação na área de segurança pública e privada. Quanto ao nome dos cursos, existem várias denominações: Gestão em Segurança Privada, Gestão em Segurança Empresarial, Gestão Estratégica da Segurança Corporativa, Analista de Riscos, etc.

Em 2010, foi reconhecido pelo Ministério de Trabalho e Emprego a profissão do Gestor em Segurança com o CBO (Código Brasileiro de Ocupação) nº 2526-05. O MTE classificou esta profissional e traçou algumas características no que concerne ao perfil profissiográfico do Gestor em Segurança.


Características e responsabilidades do Gestor em Segurança, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego:


1. Características, responsabilidades e competências do Gestor em Segurança

1.1. Área de atuação

Profissionais da administração dos serviços de segurança.



1.2. Títulos para o Gestor em segurança

Gerente de segurança empresarial, Tecnólogo em gestão de segurança empresarial, Tecnólogo em gestão de segurança privada.



1.3. Descrição Sumária

Gerenciam as atividades de segurança em geral. Elaboram planos e políticas de segurança. Realizam análises de riscos, adotam medidas preventivas e corretivas para proteger vidas, o patrimônio e restaurar as atividades normais de empresas. Administram equipes, coordenam serviços de inteligência empresarial e prestam consultoria e assessoria.



1.4. Condições gerais de exercício

Os profissionais da segurança privada atuam em empresas privadas ou públicas, em atividades industriais, comerciais e de serviços em geral. Podem trabalhar com carteira assinada ou conta própria/autônomo. Trabalham em equipe, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e horários irregulares. O trabalho pode ser exercido de forma presencial ou à distância.



1.5. Formação e experiência

Para o pleno exercício da função é necessário graduação tecnológica em segurança privada ou curso superior, em outra área mais curso de especialização em segurança. Experiência profissional de menos de um ano.



2. Competências do Gestor em Segurança



Esse profissional atua no planejamento, gerenciamento e execução de políticas públicas na área de segurança. Elabora, planeja, gerencia e executa estratégias de segurança para empresas privadas.

Deve conhecer as diversidades regionais, sociais, econômicas, culturais e a política da área de segurança existente no país. Deve ser conhecedor dos Direitos Humanos, da Constituição Brasileira e ter referências éticas sólidas.



2.1. Gerenciar atividades de segurança

Atividades:

• Gerenciar atividades de segurança patrimonial.

• Gerenciar atividades de transporte de valores.

• Gerenciar atividades de escolta armada.

• Gerenciar atividades de segurança pessoal.

• Gerenciar atividades de segurança eletrônica.

• Conduzir sindicância interna.

• Participar de atividades de segurança da informação.

• Interagir com demais áreas da empresa e órgãos externos.

• Elaborar projetos de segurança.

• Elaborar política de segurança.

• Elaborar normas e procedimentos.

• Elaborar planejamento estratégico.

• Elaborar plano tático.



2.1.1. Elaborar Planos de Segurança

• Elaborar plano operacional.

• Elaborar planos de contingência e/ou emergência.

• Elaborar plano de continuidade de negócio.

• Elaborar planos de gerenciamento de crise.

• Propor ações para mitigação de riscos.



2.1.2. Realizar análise de Riscos

• Identificar riscos.

• Identificar vulnerabilidades.

• Classificar riscos.

• Identificar ameaças.

• Identificar impactos.

• Identificar probabilidade de sinistro.

• Identificar ativos a serem protegidos (tangíveis e intangíveis).

• Analisar trajeto.



2.2. Administrar Recursos Humanos

• Ministrar treinamentos e cursos.

• Participar da integração de funcionários.

• Monitorar comportamento.

• Elaborar escala de trabalho.

• Remanejar funcionários.

• Fiscalizar documentação legal de funcionário (vigilante).

• Solicitar demissão de funcionário.



2.3. Gerir Recursos Financeiros e Materiais

• Propor desenvolvimento e/ou melhorias de produtos de segurança.

• Definir equipamentos de segurança.

• Selecionar fornecedores.

• Aprovar compras de equipamentos e serviços de segurança.

• Conferir materiais e serviços solicitados.



2.4. Coordenar Atividades de Inteligência Empresarial

• Receber informações.

• Selecionar informações.

• Selecionar receptores das informações.

• Analisar informações.

• Propor ações preventivas e corretivas.

• Difundir informações.

• Simular cenários.



2.5. Prestar Consultoria/Assessoria

• Identificar necessidades do cliente.

• Emitir parecer de segurança.

• Negociar contrato.

• Acompanhar implementação do plano ou projeto de segurança.

• Auditorar plano e/ou projeto de segurança.



3. Competências pessoais para o Gestor em Segurança



• Demonstrar liderança.

• Demonstrar visão estratégica.

• Demonstrar pró-atividade.

• Demonstrar perspicácia.

• Demonstrar flexibilidade.

• Demonstrar capacidade de negociação.

• Demonstrar liderança.

• Demonstrar capacidade de persuasão.

• Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe.

• Demonstrar capacidade de administrar conflitos.

• Demonstrar equilíbrio emocional.

• Demonstrar capacidade de observação.

• Demonstrar capacidade de manter sigilo.



4. Considerações finais



Gerir um departamento de segurança ou atuar nas diversas áreas deste segmento, não é uma tarefa fácil. É necessário o domínio de diversas áreas do conhecimento e, sobretudo, compreender a conjuntura que envolve o processo segurança na gestão de uma empresa. Por isso, é mister informar que, a escolha de um profissional com formação específica é necessária.

Conduzir os processos que envolvem a segurança, em suas diversas ramificações, é algo espinhoso e complexo, por isso, a escolha do Gestor em Segurança deve ser pautada levando-se em conta a sua formação acadêmica, pois, caso contrário, existe o risco da área de segurança ser conduzida por pseudos gestores.



Adenilson Campos Guedes, Graduado em Gestão de Segurança Empresarial  e Pós-graduado em Consultoria Empresarial com ênfase em Segurança Corporativa.




OS DESAFIOS DA SEGURANÇA EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO


Segurança em instituições de ensino

Caracterização do Problema e demonstração da importância social

Quais são os fatores que determinam a escolha de uma família pela melhor instituição de ensino para a educação e formação de seus filhos nos grandes centros urbanos do Brasil? Com certeza a QUALIDADE do corpo docente e sua capacitação, a seriedade do projeto pedagógico, a localização e as condições das instalações físicas e a segurança. É neste ponto que o Consultor de Segurança  entra em cena como um grande parceiro, pois a maioria das instituições de ensino públicas e privadas carecem de um planejamento minucioso de segurança e de um projeto básico de gerenciamento predial que identifique, analise, avalie e trate com exatidão os riscos e as necessidades de segurança como as suas áreas de atuação, os recursos humanos, equipamentos, meios e medidas, e considerando a utilização de modernas tecnologias de segurança existentes no mercado,  e baseados na ISO 31000.
Os projetos que devem ser elaborados, são  integrados com as atividades da instituição, oferecendo a mais econômica, eficiente e eficaz solução para a proteção e segurança de seus professores, pais e responsáveis, alunos e colaboradores. Diversos estudos elaborados pela UNESCO e pelo Colóquio de Violência nas Escolas e Políticas Públicas, realizado em Paris mostram que as instituições de ensino estão entre os espaços sociais que mais preocupam, devendo ser espaços seguros, pois segurança escolar e universitária constituem um problema que afeta a vida, a integridade física, emocional e psicológica dos agentes de educação, vide Bullying e Sindrome de Burnot.
 Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.
A Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de um esgotamento físico e mental intenso, definido pelos estudiosos como um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional e afeta mais as categorias de professores , médicos e enfermeiros.
A violência ou a ameaça de violência em suas diversas vertentes têm impacto direto na qualidade da educação e na continuidade do negócio da educação. O trabalho de um Consultor de Segurança nesta área específica deve seguir a seguinte metodologia:
Avaliação Situacional e Análise Estratégica de Riscos ( ISO 31000 )
Planejamento Estratégico de Segurança, determinação dos fatores que poderão trazer prejuízos à Instituição e seus freqüentadores ( Perigos ) , da sua probabilidade de ocorrência ( Riscos ) e da perda esperada em caso de ocorrência de cada risco;

 Planejamento Tático/Técnico de Segurança e Proteção.
Proposta detalhada e descrição técnica das medidas a serem adotadas para alcançar a maior mitigação de riscos e redução da perda esperada com o melhor custo/benefício;

 Gestão Operacional da Implementação do Planejamento Tático/Técnico aprovado.
Administração e controle das medidas a serem adotadas;

 Planos de Emergência e de Contingência
Estes serviços avaliam e desenvolvem planos de emergência e contingência, realizam exercícios e/ou treinamentos de resposta, planejam como será realizada a comunicação durante e após a ocorrência, e montam as equipes que atuam em casos de crises;

 Montagem de Equipes e Treinamento para Resposta a Perigos em  Escolas:
Treinamento para prevenção e intervenção à ação de Gangs, vandalismo, espionagem, seqüestros, utilização e tráfico de drogas e outros perigos; Treinamento a administradores e agentes de transporte escolar para prevenir, administrar e responder a acidentes, violências e outras emergências em vans e ônibus escolares; Montagem de equipes e organização de campanhas de mesa limpa, palestras, jogos de empresas e Endomarketing de segurança e proteção; Treinamento para mitigação do risco de Responsabilidade Civil, entre outros perigos;

 Investigações e Resposta a Ocorrências de Segurança:
Investigações sobre consumo e tráfico de drogas, furtos internos, assaltos, ameaças, tentativas de seqüestros, porte de armamento e outros. Suporte pós-crises aos administradores, gestores de segurança e toda comunidade acadêmica.

 Projetos de Segurança Ambiental:
Reciclagem e Separação do lixo produzido na Instituição; Destinação correta do lixo comum e armazenamento adequado; Palestras, treinamentos e Endomarketing ;

Temos falado em nossos cursos e palestras que este tema deve ser tratado por equipes multidisciplinares pois os problemas de violência e crime nas escolas no Brasil estão aumentando consideravelmente. Damos destaque aos aspectos técnicos do Gerenciamento de Riscos em Escolas, e a criação do Plano de Prevenção, Controle e Disciplina,  mas não podemos deixar de tratar o tema  pelo ângulo da necessidade de termos comportamentos preventivos saudáveis dentro da Escola. Segurança é a soma combinada de medidas integradas tais como: segurança física de instalações, segurança eletrônica, procedimentos, recursos humanos e a pronta resposta às ocorrências.

 Segundo o Center for Disease Control and Prevention ( CDC ) que desde 2001 estuda o tema e estabeleceu e publicou normas de prevenção de lesões acidentais, violência e suicídios nas escolas, temos que criar um ambiente que promova segurança e as lesões. Os estudos indicam abordagens integradas em oito esferas:
  • Ambiente Social;
  • Ambiente Físico;
  • Educação em Saúde;
  • Educação Física e Atividade Física Extracurricular;
  • Serviço de Saúde;
  • Resposta a Crises, desastres e acidentes  que afetem a Comunidade Escolar;
  • Integração entre a escola, família e comunidade para prevenir lesões e
  • Capacitação dos colaboradores e atores educacionais.

O tema é complexo e nos próximos artigos poderemos expor mais tópicos sobre a metodologia como  tratamos o grave problema social. Acessem o nosso Curso e diversas palestras no www.slideshare.net/ulissesnascimento ,

Autor Prof. Ulisses Nascimento, Especialista em Segurança pela ABSO

TELS 0XX11 3533 2568 E 0XX11 98834 9838 SÃO PAULO




XIII ENEE 2013 / INSCRIÇÕES ENCERRADAS


TÓPICOS DO DISCURSO DA PRESIDENTE DILMA NA ONU


PRESIDENTE DILMA DISCURSA NA ONU


GESTÃO DE RISCOS EM UNIVERSIDADES


CAMPANHA PARA ANUNCIANTES


DESTAQUE-SE !


AMPLIE SEU HORIZONTE COM NOVAS CONQUISTAS


sábado, 21 de setembro de 2013

DIA INTERNACIONAL DA PAZ ?


SEMANA NACIONAL DO TRÂNSITO 2013


INVISTA EM NOSSA IDÉIA / LATINO AMÉRICA SS&R


BIOMETRIA


SEGURANÇA NO TRÂNSITO


FALE CONOSCO


ESTUDOS ESTRATÉGICOS NA LATINO AMÉRICA SS & R


CYBER RISKS


MEU SONHO MOVE O BRASIL / LATINO AMÉRICA SSR


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

TIROTEIO NA BASE NAVAL EM WASHINGTON

A segunda morte de Aaron Alexis está a caminho

ALEXANDRE BORGES*
O interesse da velha imprensa pelo caso do atirador Aaron Alexis, um ex-militar que matou 12 pessoas numa base naval em Washington nesta segunda-feira, tem despencado em queda livre nas últimas horas. O caso é exemplar como prova de que qualquer notícia que não reforce a narrativa dos jornalistas é descartada e que entre o interesse público e a agenda política a segunda sempre vencerá.
Para começar, Aaron Alexis é negro e budista, o que já é meio caminho para que a história seja enterrada junto com ele. Em 2011, quando o esquizofrênico Anders Behring Breivik, um branco norueguês “ultradireitista” (seja lá o que isso signifique), fez seus disparos, a tragédia serviu de desculpa para todo tipo de sociologia de botequim, daquela que a TV brasileira comete sempre que um caso possa servir para vender um embuste ideológico. Já Aaron, que não tem o physique du rôle desejado, deve rapidamente ser esquecido.
Quando Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, Barack Obama deu um discurso em que sugeriu que Martin poderia ser seu filho. E Aaron Alexis, não poderia também? Ou Barack Obama só adota seletivamente os negros que se encaixam na sua narrativa política?
O mesmo fenômeno aconteceu em 2012 com o “atirador de Toulouse”. Minutos depois da notícia de que um atirador havia espalhado o terror naquela cidade do sul da França, jornais do mundo inteiro começaram a especular sobre o crime de ódio dos brancos europeus contra imigrantes até que se descobriu que o terrorista se chamava Mohamed Merah e era um argelino muçulmano com ligações com a Al Qaeda. O nome de Merah foi rapidamente apagado do noticiário e toda sociologia de pé quebrado retirada às pressas das pautas.
O caso de Aaron Alexis é ainda mais embaraçoso para os politicamente corretos e ativistas em geral quando se conhece os detalhes que vão emergindo a cada momento e que vão além da cor e da religião “erradas” para que ele pudesse ganhar teses de doutorado e mesas redondas na CNN e na GloboNews.
Os jornais tentaram emplacar a tese de que Aaron usou uma AR-15 e que uma arma como esta não deveria estar nas mãos de um desequilibrado mental, o que ninguém discute. Só que o atirador, sabe-se agora, não carregava uma AR-15 mas pistolas de mão, daquelas que mesmo os mais ferrenhos ativistas contra as armas legais nos EUA não ousam pensar em proibir.
Outro ponto que a imprensa e os ativistas fogem é o chamado “profiling”, ou seja, um conjunto de medidas preventivas que os órgãos de segurança poderiam adotar para minimizar o risco desse tipo de tragédia. Basicamente o procedimento é monitorar cidadãos com o padrão de comportamento amplamente conhecido pelo FBI como reclusão repentina, súbito interesse por armas, mensagens violentas em redes sociais, entre outros sinais de que algo pode dar errado em breve. Há uma série de procedimentos a se adotar nesses casos e, se houvesse mais denúncias, é claro que muitas mortes seriam evitadas.
Segundo um estudo do próprio FBI, na maioria dos casos os atiradores revelam seus planos para parentes e amigos, que deveriam ser orientados para denunciar o potencial terrorista e tentar salvar a vida de inocentes, muitas vezes crianças. Estes vizinhos, amigos ou parentes, até psiquiatras que em muitos casos acompanhavam o futuro atirador, hoje não são incentivados a reportar para as autoridades o risco potencial identificado naquela determinada pessoa, já que isso seria “preconceituoso” e politicamente incorreto e, em nome dessa escolha ideológica barata, mais e mais pessoas morrem.
Mesmo com tudo isso, o mais importante assunto de todos sobre esses assassinatos seriais é uma aberração assassina chamada “gun free zones” (zonas livres de armas), o que inclui escolas, universidades e bases militares como as de ontem, não por coincidência os locais preferidos dos atiradores.
Uma “gun free zone” é nada mais que um aviso a qualquer assassino em potencial de que, se ele estiver armado, nada vai impedir que ele faça o que quiser naquele local, que ninguém terá como se defender. O inferno das boas intenções.
A “gun free zone” é a materialização de todas as perversões ideológicas num local físico em que serem humanos são transformados em alvos indefesos por políticos que normalmente passam a vida longe desse tipo de risco, trafegando em carros blindados e rodeados de seguranças, como Bill Clinton, seu maior entusiasta e em cujo governo elas se espalharam como praga.
É bom lembrar também o caso ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, quando o major muçulmano Nidal Malik Hasan matou 13 companheiros de trabalho e feriu outros trinta gritando “Allahu Akbar” (Deus é grande) enquanto fazia os disparos em outra “gun free zone”.
Como explicar que uma base naval, local de trabalho de militares, é uma zona proibida para armas, desafia a lógica, o bom senso e a sensatez. Mais do que mortos por balas, as doze vítimas de Aaron morrem por não poderem se defender, mesmo dentro de uma área militar e frequentada por profissionais das forças armadas, que assim vão ficando cada vez menos uma “força” e muito menos “armadas”.
Por que atiradores não escolhem locais repletos de gente armada para fazerem seus disparos? Por que sempre escolhem as “gun free zones”, mera coincidência? Por que não se faz uma campanha de conscientização da população para denunciar potenciais atiradores para as autoridades? Não espere ver qualquer um desses temas debatidos na grande imprensa. Como Aaron Alexis é negro, budista, atirou com pistolas de mão numa “gun free zone”, sua história simplesmente não interessa e tem tudo para ser rapidamente esquecida.
* DIRETOR DO INSTITUTO LIBERAL


domingo, 15 de setembro de 2013

IMERSÃO EM SEGURANÇA PATRIMONIAL VIA SKYPE


SOLUÇÕES EDUCACIONAIS LATINO AMÉRICA



O QUE PRETENDEMOS

Fornecer um conjunto abrangente de Soluções Educacionais em todas as áreas especializadas de segurança pública e privada, os programas da Latino América Academy têm o equilíbrio perfeito da teoria aliada `pratica com visão acadêmica e de conformidades. A Latino América quer oferecer soluções personalizadas às organizações e a oportunidade de melhorar a experiência pessoal dos gestores de segurança garantindo que eles tenham as competências adequadas e conhecimento para realizar suas operações de forma eficiente e segura.

SUCESSO A TODOS !


sábado, 14 de setembro de 2013

BUSCAMOS PARCEIROS, PATROCINADORES E INVESTIDORES


ACADEMIA PARA APERFEIÇOAMENTO DE GESTORES DE SEGURANÇA DO BRASIL


GESTOR DE SEGURANÇA E A EDUCAÇÃO CONTINUADA


O QUE É EDUCAÇÃO CONTINUADA ?

Educação Continuada refere-se a qualquer tipo de aprendizagem pós-ensino médio, com o objetivo de obter as qualificações demandadas pelo mercado de trabalho em constante mutação.
O processo de aprendizagem da Educação Continuada pode adquirir formatos diversos, como por exemplo, workshops, seminários, conferências, cursos de curto prazo, cursos online à distância e etc. Portanto, não há um formato ou duração específica para um programa de Educação Continuada, que pode ter prazo tanto de um final de semana, como de um semestre.
Em um sentido mais amplo, poderíamos considerar o processo de Educação Continuada também na esfera do Desenvolvimento Pessoal, onde as pessoas buscam adquirir novos conhecimentos com o objetivo de enriquecer o lazer e a convivência social.
Dependendo da carreira ou da profissão escolhida (como medicina e odontologia, por exemplo), a Educação Continuada pode ser considerada quase como que obrigatória, visto a necessidade que esses profissionais têm para se manter atualizados com as novas descobertas e tecnologias nas suas áreas específicas de atuação.
Como nem tudo é perfeito, os críticos dos programas de Educação Continuada argumentam pela superficialidade dos mesmos, questionando se realmente existe aquisição de conhecimentos específicos relevantes.
Fato é que a Educação Continuada é fruto dos tempos atuais, por um lado atendendo de forma ágil às necessidades de mudança nas habilidades profissionais por parte do mercado de trabalho, e por outro, permitindo que essa aprendizagem se realize em consonância com as limitações de tempo onipresentes.


ENCONTRO DE SEGURANÇA EMPRESARIAL NO INPAME / SP


ESPECIALISTA EM SEGURANÇA CRIA A LATINO AMÉRICA ACADEMY


PROJETO LATINO AMÉRICA 2013